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28/09/2011
 

Design 

Onde usar a iluminação
 

A arquiteta Sueli Pessoa fala o que e onde usar quando o assunto é  iluminação. De quebra, mostra como obter com cada item beleza e conforto em todos os ambientes.

 

Imagem: Divulgação

Das lojas Isto é Brasil, modelos de lanternas com estrutura de latão e vidro podem ser todas em vidro transparente ou  em vidro colorido.

A iluminação poderá nascer com o projeto. “Busco beleza e conforto na hora de definir a iluminação, mas algumas  dicas são quase regras certeiras”, diz a arquiteta Sueli Pessoa. Cada tipo de ambiente merece atenção especial, seja interno ou externo. É muito importante ter em mente que tanto a luz natural, como a iluminação artificial  transformam o espaço.

Tipos de luminárias

Em especial, os grandes lustres com diversos bocais de luz, são mais usados na decoração de halls suntuosos, ou em salas e quartos amplos com pé direito generoso. São verdadeiras obras de arte, e como tal, o preço também é bem salgado.

Se o hall, sala ou quarto não forem amplos, é  hora das arandelas, que são instaladas nas paredes.  Embora os spots também possam ser usados, mas para quem não resiste a peças de luxo, o truque é usar tamanhos médios e sobre áreas que não sejam de circulação.

Sobre a mesa de jantar ou ainda a cama de casal,  é fundamental buscar harmonia das cores e do design do lustre com o restante do ambiente ou pela repetição de materiais. Por exemplo, mesa de jantar com tampo de cristal, norteada de espelhos de cristal  merece um lustre no mesmo material.

É muito importante que o lustre não fique na altura dos olhos interferindo na visibilidade. Quando o ambiente for amplo, o ideal é não limitar-se  apenas a um lustre, e sim complementá-lo com abajures, arandelas  e luminárias.

Uma boa dica são as luminárias articuladas que permitem movimentar o ponto de luz. Por isso, são tratadas como iluminação pontual que complementam a decoração e podem ser instaladas ao lado da cama, ou sobre uma bancada, ou usadas num canto de leitura, onde a iluminação pelo lustre não é suficiente.

Lustres e abajures


Outra dica importante é evitar colocar lustres e abajures muito próximos, ou na frente de obras de arte. “Este erro é muito comum”, diz. Observe que além de interferir no campo visual, eles prejudicam a iluminação da obra que ficará parte na luz e parte na sombra ao mesmo tempo e sem ser valorizada.

“Usar arandelas ao lado de obras de arte pode ser um recurso muito eficaz de iluminação. Desde que tenha luz correta para iluminar bem a obra de arte e não ofuscar a vista de quem a está observando”.

Quando os ambientes seguem determinados estilos, é comum usar lustres nos mesmos estilos e em iluminação de salas. Detalhe: lâmpadas frias do tipo fluorescente não ficam bem em lustres de época. “Por mais que as lâmpadas incandescentes consumam energia, elas são excelentes reprodutoras de cores. O design em forma de gotas, bolas, velas foi desenvolvido para ser usado em determinados tipos de lustres, mais antigos. Então, cuidado!\".

Pendentes e lanternas

Se o ambiente é pequeno e estreito, como uma copa ou sala de almoço, pode- se optar por pendentes  que farão uma iluminação pontual. Nem todos os profissionais classificam os pendentes como lustres. Os primeiros só têm uma lâmpada e virada para baixo. Já os lustres têm diversas lâmpadas e para cima. Por suas características, os pendentes são usados sobre balcões para refeições rápidas, ou em pequenos corredores.

  
As lanternas têm uso mais delicado. “Embora algumas pessoas se adaptem às lâmpadas, o uso original é com velas e também é mais apropriado”, explica. O colorido das lanternas propicia uma iluminação bastante cenográfica, teatral e romântica. Podem ser usadas em locais abertos: varandas, pátios, bordas ou decks de piscinas, no meio do jardim, de forma isolada ou em conjunto. Porém correrem o risco de serem apagadas pelo vento. Por outro lado,  em locais fechados é possível provocar acidentes. Quando há crianças por perto, lanternas e pequenos precisam ser muito bem monitorados por adultos  realmente responsáveis.

Também existem as lanternas de jardim,  conhecidas como espetos. Elas dispõem de bateria e sensor solar. A diferença é justamente que oferecem segurança e não apagam com o vento. Em festas a céu aberto, as lanternas  são sempre marcantes pelo visual que possuem e pelo clima que causam.

Apliques ou adesivos

Apliques? Onde usar?  “Nossa, o difícil é saber onde não usar. Estão em alta”, esclarece. Até bem pouco tempo os apliques, também conhecidos por ornatos, eram feitos em pedra, ferro, madeira ou gesso. Tinham um uso mais restrito. Eram colocados em  rodatetos, encostos de cadeira, cabeceiras de cama e quase sempre se limitavam a arabescos, motivos florais ou geométricos.

Recentemente, foram repaginados. Com a tecnologia passaram a ser cortados em placas de MDF e pintados. Possuem os mais diversos formatos e cores  e são usados na decoração de ambientes atuais e mais limpos. Mas não parou por aí. “Os mesmos trabalhos feitos em MDF passaram a ser feitos em adesivos e não deixaram de ser apliques nem adereços. Cada vez mais os objetos estão mais finos e ocupam menos espaços. São os slins”, diz.


Como podem ser usados em qualquer tipo de ambiente ou até em objetos (carros, geladeiras  etc.) são verdadeiros estimulantes visuais. Cansou?  É só tirar ou trocar. Simples assim. Alguns são mais ou menos resistentes. E como há uma infinidade de desenhos que podem ser desenvolvidos em gesso, adesivo, MDF, ferro ou o que for a possibilidade de uso se torna infinita.

Uma tendência comum dos adesivos é passar uma imagem mais contemporânea e alegre. Já os apliques de gesso com acabamento dourado são clássicos. Dão aspecto de luxúria e glamour e dificilmente vão ornar com os apliques feitos de resina ou de plástico.






 


Publicado por: Divina Proporção
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